O Diretor Presidente do Colégio ABE, Professor João Edno Garcia, fez comunicado aos pais e comunidade sobre o momento em que vivemos, nesta pandevia do Covid-19. O vídeo pode ser acompanhado através das redes sociais. A escola está tomando todos os cuidados necessários e se preparando para a realização das aulas virtuais, não deixando o aluno em momento algum sem conteúdo.
A definição do afastamento dos alunos e a consequente suspensão das aulas presenciais no Brasil, a partir de março de 2020, ocorre de forma descentralizada, gradual e emergencial. A decisão é baseada em recomendações sanitárias globais da Organização Mundial da Saúde (OMS) para conter o contágio da recém-declarada pandemia de Covid-19.
A transição e as regras do afastamento estão estruturadas em diferentes esferas:
1. Descentralização por Estados e Municípios
Diferente de outros países que tiveram uma ordem nacional unificada, no Brasil a autonomia foi dada aos governos estaduais e municipais devido ao pacto federativo.
• O marco inicial: A grande maioria das redes de ensino paralisam as atividades presenciais na semana de 15 a 23 de março de 2020.
• Suspensão gradual: O Estado de São Paulo, por exemplo, publicou o Decreto nº 64.862 em 13 de março de 2020, determinando uma transição gradual a partir do dia 16 e o fechamento total no dia 23 de março. O mesmo modelo foi adotado por governadores de todo o país através de decretos locais de emergência.
2. Antecipação de Férias e Recessos
Para que os sistemas de ensino pudessem se estruturar, a primeira estratégia adotada por estados, municípios e escolas particulares foi a antecipação do recesso escolar ou das férias de julho para a segunda quinzena de março e o mês de abril. Isso deu tempo para que as secretarias planejassem o formato seguinte.
3. Regulamentação Federal e Ensino Remoto
À medida de afastamento/isolamento social tem expectativa e durar poucas semanss. Caso persita necessitará de aulas remotas para que os alunos não fiquem sem conteúdo.
4. Justificativa Sanitária.
No início da crise de 2020, as decisões de afastar as crianças das salas de aula baseavam-se no histórico de pandemias anteriores de vírus respiratórios (como a Influenza), onde as crianças costumam ser os principais vetores de transmissão comunitária. O objetivo central era impedir que os estudantes contraíssem o vírus na escola e o levassem para dentro de casa, protegendo grupos de risco, como pais e avós.
Nossa expectativa é que tudo passe logo. E que o mundo volte ao normal, nossas aulas voltem ao normal, e que Deus proteja a todos!
