30 DE JANEIRO: DIA NACIONAL DAS HISTÓRIAS EM
QUADRINHOS
As primeiras histórias em quadrinhos datam da
Pré-História, visto que os homens das cavernas já pintavam nas paredes o que
lhes acontecia. No início do século XX, contudo, foi definido o conceito de
histórias em quadrinhos, e sua técnica começou a ser desenvolvida.
Há vários
precursores das histórias em quadrinhos, destacando-se o brasileiro Angelo
Agostini, embora haja quem diga que a primeira criação surgiu com Richard
Fenton Outcault, em The Yellow Kid, de 1863. Foi Outcault quem introduziu o
"balão", no qual são escritas as falas dos personagens.

Na década de 1940, foi criado o formato das
revistas em quadrinhos que se conhece até hoje, e foi assim que estas chegaram
ao Brasil, nesse ano.
Na década de 1950,
as histórias em quadrinhos sofreram uma crise de identidade e foram duramente
criticadas em razão de seu teor de indução em massa. Foi criado, então, um
Código de Ética, mas nesses tempos de liberdade de criação e expressão
reduzidas, os roteiros das histórias foram camuflados com textos aparentemente
inofensivos que induziam nas entrelinhas.
Na década de 1960,
voltou com força total o gênero dos super-heróis, como o Homem-Aranha, criado
por Stan Lee e Esteve Ditko.
Nessa mesma década e
a partir da década de 1970, os quadrinhos underground - com temas que abordavam
o subconsciente norte-americano, as crises existenciais, os auto questionamento
-, criados por Robert Crumb, fizeram e ainda fazem sucesso.
No Brasil, vários
cartunistas ganharam destaque pela criatividade: Henfil (personagens: Graúna e
Zeferino), Ziraldo (personagens: Pererê e Menino Maluquinho), Péricles
(personagem: O Amigo da Onça), Maurício de Sousa (personagens: Cebolinha,
Mônica , Cascão ), Fernando Gonsales (personagem: Níquel Náusea), Angeli
(personagem: Rebordosa), Millôr Fernandes, entre outros.
Prestamos homenagem também ao Designer Gráfico do Colégio ABE, João Edno (Junior), exímio na arte do desenho e da animação digital.